sábado, 11 de março de 2017

Festa Brava e liberdade



A corrida de toiros, pela sua pedagogia anti-autoritária que decorre da ausência de claques - o toiro é o centro de todos os aficionados - ergue-se em quebra-cabeças para o poder que se vai absolutizando cada vez mais.
Nada tem a ver uma corrida de toiros com um jogo de futebol que tem o agrément do sistema.
Também nada tem a ver com espectáculos de um/uma popstar porque aqui estamos perante a negação de tudo o que são valores da Civilização Ocidental: homossexualismo, feminismo, genderismo, trans-sexualismo, ambientalismo... enfim, o diabo a quatro.
Sobre o cavalo branco tanto se pode montar um grande artista como um impostor dos mais astutos. Como deslindá-los?
Eis por que, nos tempos que correm, talvez o maior inimigo da Festa Brava venha de dentro.
A ser assim, aniquilaríamos a nossa liberdade a contento dos opressores.

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