quinta-feira, 10 de novembro de 2016

"Quem quer ser Saramago"?


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No desdobrável In-alcochete/agenda, Novembro/2016, da Câmara Municipal de Alcochete, pergunta-se: «"quem quer ser Saramago"».
Eu não quero. Toda a escrita deste Prémio Nobel destrói o cristianismo, a tradição, a moral, a família, a propriedade, a História de Portugal... Isto mesmo se pode ver no livro Memorial do Convento que fui obrigado a dar aos meus alunos contra os ditames da minha própria consciência porque, no meu tempo, a dada altura, passou a ser o texto único no domínio da narrativa para o 12º ano. Vejam só a força dos marxistas no Ministério da Educação.
A dado passo, lê-se no desdobrável da Câmara: «Mais do que nunca, as palavras de José Saramago ajudam-nos a compreender e a ultrapassar os tempos conturbados em que vivemos».
Vejam como as coisas são invertidas. Saramago foi um grande obreiro que deu o seu contributo para o mundo às avessas dentro do qual estamos mergulhados. Disto mesmo deu conta o povo americano, dando a verdadeira resposta a todos os Saramagos deste mundo «...contra a crueldade, humilhação e a mentira...» (ibidem) do politicamente correcto (marxismo cultural).

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