segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Islão, Fé Cristã e extrema direita

Querem ver que eu corro o risco de ser rotulado de extrema direita pela maneira como me vou expressar neste artigo?
Mas eu por medo desse rótulo deverei abster-me da expressão do meu pensamento?
Claro que não.
A raiz do que aconteceu em França está na legislação socialista para a imigração e multiculturalismo.
Desde quando é que todas as culturas estão sobre o mesmo plano?
Uma cultura que encare e trate a mulher como um muçulmano a encara e trata está sobre o mesmo plano da minha cultura, mosaico das culturas europeias?
Claro que não.
Também não está sobre o mesmo plano o Islão e Fé Cristã porque naquele o fiel tem acesso directo ao Absoluto, revertendo-se tal postura na tomada de posições absolutas por parte desse mesmo fiel...enquanto que no cristianismo, entre o crente e Deus temos o Mediador, o nosso irmão maior, Jesus Cristo.
De cristão - há quem diga - nada tem a pena de morte. Todavia, o Cristianismo é bem realista face à natureza humana, pois eu nunca ouvi ou li a hierarquia da Igreja Católica criticar os Estados cristãos que na respectiva legislação contemplem a pena de morte.
Por isso, quando Le Pen, pai e filha, nos tempos que correm, defendem a pena de morte, a minha pessoa não cede a emoções, mas, sim, ao realismo político.
Finalmente, quanto às fronteiras, nunca ouvi da boca da senhora Le Pen que as quer fechar senão a defesa do adequado rigor na fiscalização dessas mesmas fronteiras.
Isto é extrema direita? E o rigor apertado na concessão da dupla nacionalidade também é extrema direita? Eu que grito por Portugal, pelos valores dos nossos maiores e coesão dos portugueses...sou de extrema direita?
Claro que não.
Todos os que têm a coragem de usar a inteligência; todos os que dão testemunho da natural superioridade por força do saber; todos os que denunciam o politicamente correcto...são de extrema direita.
Afinal, ser de extrema direita é renunciar a essa igualdade esquerdista que é a razia da vida.

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