quinta-feira, 7 de agosto de 2014

A cultura é a alma de um povo

Nunca falei na minha vida com Raquel Prazeres, actual vereadora da Câmara Municipal, nem sei se sou capaz de identificá-la na rua.
Li a entrevista da senhora vereadora no Inalcochete e verifiquei que segue sem desvios as linhas da antecessora, cujo nome não recordo.
A Raquel saberá que democratização da cultura significa, para um partido de esquerda, politização da cultura?
Como a Câmara Municipal de Alcochete é comunista, a Raquel saberá que politização da cultura significa marxização da cultura? A Raquel pensa que se pode marxizar a alma de um povo, isto é, transformar-lhe a natureza?
Nós somos seres humanos, pessoas, alcochetanos, portugueses...nunca zombies, isto é, mortos-vivos.
À alma de um povo chama-se cultura. Tratar esta como os comunistas trataram a economia...é matar esse mesmo povo.
Urge que se faça uma verdadeira lei que separe a política da cultura, quero dizer, que esta última seja independente daquela, nunca subordinada.

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