terça-feira, 15 de abril de 2014

O absurdo em Alcochete

Bom! No Domingo passado deu-se a inauguração da nova frente ribeirinha e a opinião geral das pessoas é que o saldo da gigantesca obra é positivo.
Tudo está bem quando acaba bem.
Mas ontem, aí por volta das 15H00, fui devagarinho até ao Largo da Misericórdia, avancei para a entrada da ponte-cais, dando de caras com um magote de pessoas e dois ou três guardas da GNR semi-desorientados pelo meio.
E por quê?
O troço da estrada entre o Centro Paroquial e o restaurante do Manuel Jorge, umas escassas dezenas de metros, está vedado ao trânsito que vem da Rua do Norte. 
Nesta conformidade, as pessoas são obrigadas a entrar pela Rua da Quebrada, passar em frente ao restaurante Barrete Verde, deixar a Associação dos Caçadores à esquerda, a Biblioteca à direita até recuperarem a Avenida da Revolução 1383-1385 e desta passarem à Avenida da Restauração. Mas isto é para quem sabe, porque quem não sabe anda à nora no meio da vila por grande deficiência de informação sinalética.
Todas estas coisas revoltantes só poderiam ter sido congeminadas por energúmenos que não conhecem Alcochete.
Os autarcas tudo aceitam porque não têm a coragem de desfazer a história de que o rei vai nu. 
E pronto, vivemos esmagados pelo absurdo sem que o poder instalado tenha a urgente humildade de reconhecer que ali está qualquer coisa sem pés, nem rabo nem cabeça.
Até quando?

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