sábado, 15 de fevereiro de 2014

A irracionalidade dos anti-taurinos

A luta tão acirrada dos anti-taurinos contra a corrida de toiros só pode pretender provar que este espectáculo é um mal.
Portanto, secundariam eles, a corrida de toiros é um mal.
Ainda agora comecei a escrever e já me apetece perguntar aos anti-taurinos se sabem o que é o bem e o que é o mal...mas voltemos à vaca fria.
Quando indagamos perante os anti-taurinos que elementos de prova avançam a favor da teima de que a corrida de toiros é um mal, verificamos que tudo o que dizem pertence à área do sentimento. E este desde quando é que serve para provar a veracidade de um juízo, proposição ou frase?
Ora eu sei que toda a filosofia, ab initio, se levanta a dizer-nos que «...quando é um sentimento e só um sentimento, seja ele qual for, que nos força a aceitar como verdade uma proposição, esta é falsa. A evidência não tem nada que ver com o sentimental - é, quase podia dizer-se, o contrário do sentimento, o qual pela sua própria natureza é cego...» (Ortega y Gasset, José, O que é a filosofia?, Cotovia, Lisboa, 1999, pág. 94).
Aqui, eu não estou a afirmar que a corrida de toiros é um bem. Eu estou a dizer que não é com o recurso ao sentimento que os anti-taurinos conseguirão alguma vez provar que a corrida de toiros é um mal.
Mas, meus amigos, os anti-taurinos estão-se nas tintas para a justeza da minha argumentação e irão para a frente com a ideologia, único charco onde eles sabem patinhar.

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