quinta-feira, 25 de julho de 2013

Alcochete, mosquitos, moscas e moscardos

Nunca vi Alcochete tão cheia de mosquitos, moscas e moscardos como hoje.
Olhe-se para onde se olhar, só se vê é sujeira vinda dos quatro quadrantes.
Os depósitos onde se conglomera a sujeira não são limpos há muito tempo. E se alguém intenta limpá-los...é logo empurrado para a borda ou mesmo borda fora.
Ora a sujeira traz sujeira e um tipo já não sabe o que fazer para se afastar dos montes de merda sem ser borrado.
Mas o pior são os mosquitos, moscas e moscardos que a gente se farta de enxotar mas que nunca nos largam. 
Esses mosquitos, embora os mais insignificantes, são os que estão dispostos a sugarem-nos o sangue todo se não nos pusermos a pau.
As moscas esvoaçantes torturam-nos porque não se dão conta que são inconvenientes e que não queremos nada com elas.
Estamos perante um verdadeiro caso de saúde pública. Os maus cheiros abundam vindos desta merda toda cujos gestores-mores são os moscardos que às vezes abrem alas para deixar passar um varejão.

1 comentário:

  1. Caros amigos, eu tenho absoluta consciência de que uso palavras nos meus textos que muitos consideram escusáveis. Eu próprio penso que determinado tipo de palavras não são dignas de uma escrita que se reclame da dignidade. Mas desculpem, EU CONCLUÍ que com comunistas não se pode falar de outra maneira porque eles não compreendem outra linguagem.
    Hoje disseram-me: "tu não tens medo dos gajos". Sim, eu não tenho medo deles porque contra mim eles não podem mais nada do que cometer um crime tal como têm cometido biliões e biliões deles à face da terra nos últimos 100 anos. Que sou eu a mais do que qualquer uma dessas quase infinitas vítimas?
    Tenho um filho, já plantei uma árvore e escrevi um livro, quero dizer, eu já fiz na vida tudo o que tinha a fazer. A partir daqui seja o que Deus queira.

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